A obra escolhida pelo grupo foi a de Lygia Pape. Ao chegar nela, a primeira impressão que tive foi que a construção parecia uma caverna ou um esconderijo. Um bloco de concreto no meio da floresta. Adentrando o local, deparamos com um ambiente completamente escuro e tivemos dificuldades de locomover, com medo de bater em alguma parede de repente. Posteriormente demos de cara com a obra. Um monte de fios postos aleatoriamente e iluminados. Ao circular a obra, a iluminação fazia com que eles desaparecessem e reaparecessem a medida que andávamos. A experiência de observar essa ilusão foi intrigante. Ao ler a descrição, descobrimos que se tratava de uma tentativa de simular teias de aranha na natureza, o que justifica tanto os fios quanto o efeito da luz sobre eles. Além disso, a arquitetura que guarda a obra passou a fazer parte da interação, uma vez que a sensação de estar em uma caverna se confirma ao relacionar o edifício com o escuro e as teias.
A respeito do restante da visita, foi uma experiência muito divertida. Passamos por mais quatro obras, todas com um certo foco na partdo expectador. Apesar dos morros e do cansaço andar pelo local foi uma atividade leve e produziu bos interações e risadas.
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