Fichamento: Teoria do Não-objeto
A partir da leitura do texto compreendo que os não-objetos partem de uma função em comum: existir. Entretanto, não se trata de existir para cumprir algum papel, como faz uma cadeira ou uma pintura de uma paisagem (que representa uma realidade), mas sim de estar presente, de estar ali. Um não-objeto existe em si mesmo, tal qual um objeto, mas se relaciona com o homem sem se render a ele, isto é, não entrega ao homem uma forma de reconhecê-lo (como um nome, por exemplo), nem uma utilidade. O não-objeto não está lá para representar algo e sim para representar a si mesmo, independente de localização, de posição ou de direção (diferente de uma escultura ou uma pintura, que têm esses elementos definidos).
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