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Mostrando postagens de dezembro, 2025

Pavilhão Penélope

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O pavilhão temporário “Penelope” é inspirado na obra Ttéia, de Lygia Pape, nas formas orgânicas de Frei Otto e Calatrava, e no Woods of Net, de Toshiko Horiuchi. A ideia central é criar um espaço de descanso e contemplação do parque, a partir da Ilha dos Amores, relacionado com a organicidade das estruturas de teia pensadas para a execução do não-objeto. No não-objeto a trama era aleatória e gerada a partir da vontade dos espectadores e participantes. Usando as tramas como referência, o pavilhão apresenta uma organização que não se altera, porém mantém o aspecto flácido da primeira obra. Um paralelo entre os textos Hertzberger, Flusser e Gullar, trabalhados em aula, justifica a elaboração de um pavilhão por embasar a interação, efemeridade e a experiência corporal sobre a forma arquitetônica estática. Hertzberger no livro Lições da Arquitetura, nos capítulos intermediários, irá criticar o engessamento funcional das construções e a maneira como elas limitam a interação social. Ele arg...

Pesquisa não-objeto e artista cinético

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  Os bichos (Lygia Clark) Com as discussões em grupo e em sala, foi possível atribuir classificar a obra Os bichos de Lygia Clark como um não objeto a partir de de determinados fatores. São eles: a obra abre mao de molduras e de um espaço Pré-determinado, a incapacidade de nomear aquilo que está sendo mostrado,  a obrigatoriedade de interação e presença humana para realização da obra. Julio le Parc Julio Le Parc é um artista argentino formado pela Escuela Superior de Bellas Artes, de Buenos Aires, na década de 1960. Ao longo de suas vida proporcionou diversas formas de arte diferente, e dentre elas destacamos Lumière (uma série de composições utilizando de luzes como fonte principal). Nessa obra as luzes se misturam e refletem em diferentes superfícies de diferentes formas, bem como convidam o espectador a circundar o espaço para gerar outros efeitos na obra. Desse modo, ao juntar a interação pública com o movimento das luzes, háuma obra intrigante e que atende também a certa...

Processo de projeto Pavilhão do Parque Municipal

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Grupo 4 a (César, Sofia, Daniel Feitosa e Gustavo Pinhati)  Pavilhãoda  Ilha dos Amores  

Interação do público com o não-objeto

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https://youtu.be/uUAjbBUs_TY?si=PNgHs_UVhgnaUfBE  

Processo de desenvolvimento do não-objeto da Ilha dos Amores

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Corpo no espaço

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Colagem   Conjunto de fotos Vídeo síntese    https://youtu.be/sRp-GYtZmPc?si=44ogk6s_ICqcvaW2

Página de desenhos do local escolhido

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Ilha dos Amores (local escolhido)

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  Ilha dos amores A ideia inicial era trabalhar na ponte que liga a ilha ao resto do parque. Na ponte, diversas características como textura, sonoridade, inclinação, idade e ponto de vista, nos deixaram interessados em utilizar esse espaço para a produção do não-objeto. Entretanto, questão de segurança e dificuldade de circulação nos fizeram abandonar a ideia e passamos a trabalhar dentro da Ilha dos Amores. Nela havia espaço, mobilidade e também proporcionava um grau de exclusividade por ser um local isolado, o que nos deu, portanto, mais liberdade para ação. Além disso, ainda aproveitamos a inclinação da ponte para buscar uma ideia de preparação para o que seria encontrado no local escolhido.